DOR

03/07/2011 17:28

 Autor: Prof. Dr. Joaquim Monte

               Sensação desconfortável, experiência emocional desagradável, sintoma de alarme! Pare... E cuide-se!

               A dor é um aviso! O organismo deve estar senso danificado, já está lesado ou algo não vai bem com seu funcionamento! Descubra a causa da dor, tome providências...

               Às vezes aparece de repente (sem encontrar-se uma razão para ela) e, outras vezes, faz parte de um quadro clínico bem definido! Está presente em pequenos distúrbios como também em quadros graves. Pode ser de origem orgânica e/ou de natureza psicológica.

 

               São várias as suas causas... Alergia, sinusite, problemas na visão e/ou esforços visuais intensos, infecções, viroses e, também, problemas mais sérios tais como meningite e tumores.

               Estresse do cotidiano e distúrbios psicológicos, com seus sintomas de raiva, frustração, fadiga, depressão e ansiedade, originam quadros dolorosos, aumentam a intensidade da dor e, também, causam dores musculares tencionais acentuadas.

               Na “estirão da puberdade” (quando o jovem passa para a adolescência), a “dor do crescimento” se deve ao estiramento de tendões e ligamentos a nível das articulações (principalmente do joelho).

               Dor que persiste por mais de seis meses é considerada crônica e pode ser indicativo de alterações degenerativas da coluna vertebral, inflamação ou traumatismo das vias de condução nervosa (nervos), hipotiroidismo, insuficiências vascular, perda de membros, câncer e síndrome de imunodeficiência adquirida (AIDS).

               A pessoa nunca deve fazer um autodiagnóstico ou desprezá-la como se fosse apenas uma “insignificante dor de cabeça que vai passar logo”: dor é sintoma de doença que deve levar a pessoa ao médico!

               Não é coerente sofrê-la passivamente e não é inteligente tentar resolvê-la sem saber sua origem!

               Não basta atenuá-la (diminuindo o desconforto), é necessário descobrir sua causa e tratá-la devidamente.

               O tratamento inadequado da dor, além de cronificar um sofrimento desnecessário, causa perdas econômicas (não só em decorrência do preço do tratamento, mas também em virtude de prejuízos no relacionamento social e profissional, bem como no desempenho e na produtividade da pessoa).