RONCO
Ruído vibratório dos tecidos da garganta (faringe) que ocorre em cerca de 50% das pessoas adultas!
Trata-se de uma doença progressiva (só tende a piorar): pode ser hereditário, mas a idade e a obesidade são fatores que contribuem para o aparecimento e/ou agravamento do ronco.
As pessoas roncam à noite porque durante o sono perdem o controle sobre a tonicidade muscular (os tecidos ficam mais relaxadas e, portanto, vibram mais).
Roncar sempre traz problemas.
E, às vezes, é tão incômodo que impossibilita compartilhar o mesmo quarto na hora de dormir, podendo até mesmo abalar o casamento e a vida da família.
Em primeiro lugar, só o médico pode determinar se o ronco é decorrente da corformação anatômica da pessoa ou afastar a possibilidade de se tratar do sintoma de uma doença orgânica.
Como a gordura estreita a garganta, diminuindo a passagem de ar, em geral as pessoas melhoram quando perdem peso.
Mas, de um modo geral muita coisa pode ser feita na tentativa de acabar com a roncadeira:
1. evitar tranqüilizantes, antialérgicos e bebidas alcóolicas: eles provocam maior relaxamento muscular, facilitando a vibração do palato mole;
2. evitar alimentos pesados antes de dormir: o estômago cheio exerce pressão sobre o músculo da respiração (diafragma) diminuindo o fluxo respiratório;
3. evitar cigarros, charutos e cachimbos: a nicotina irrita a garganta e provoca inchaço que estreita a passagem do ar;
4. evitar dormir de barriga para cima: nesta posição a língua cai para trás e dificulta a passagem do ar; e
5. controlar infecções e inflamações das vias aéreas: elas provocam edema da mucosa respiratória e estreitam a passagem do ar.