RONCO

23/07/2011 10:40

             Ruído vibratório dos tecidos da garganta (faringe) que ocorre em cerca de 50% das pessoas adultas!       

            Trata-se de uma doença progressiva (só tende a piorar): pode ser hereditário, mas a idade e a obesidade são fatores que contribuem para o aparecimento e/ou agravamento do ronco.

            As pessoas roncam à noite porque durante o sono perdem o controle sobre a tonicidade muscular (os tecidos ficam mais relaxadas e, portanto, vibram mais).

            Roncar sempre traz problemas.

            E, às vezes, é tão incômodo que impossibilita compartilhar o mesmo quarto na hora de dormir, podendo até mesmo abalar o casamento e a vida da família.

            Em primeiro lugar, só o médico pode determinar se o ronco é decorrente da corformação anatômica da pessoa ou afastar a possibilidade de se tratar do sintoma de uma doença orgânica.

            Como a gordura estreita a garganta, diminuindo a passagem de ar, em geral as pessoas melhoram quando perdem peso.

            Mas, de um modo geral muita coisa pode ser feita na tentativa de acabar com a roncadeira:

 1.    evitar tranqüilizantes, antialérgicos e bebidas alcóolicas: eles provocam maior relaxamento muscular, facilitando a vibração do palato mole;

 2.    evitar alimentos pesados antes de dormir: o estômago cheio exerce pressão sobre o músculo da respiração (diafragma) diminuindo o fluxo respiratório;

 3.    evitar cigarros, charutos e cachimbos: a nicotina irrita a garganta e provoca inchaço que estreita a passagem do ar;

 4.    evitar dormir de barriga para cima: nesta posição a língua cai para trás e dificulta a passagem do ar; e

 5.    controlar infecções e inflamações das vias aéreas: elas provocam edema da mucosa respiratória e estreitam a passagem do ar.